CENTRO VOCACIONAL SÃO JOÃO PAULO II

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   Se a vocação não é entendida como amor, numa entrega e doação totais, essa vocação não realiza a pessoa, mas, depois de a entusiasmar por algum tempo, a deixa vazia, frustrada, estéril e infeliz. A vocação não se “tem” como algo próprio, conquistado ou devido: nem a vocação à existência, nem à Redenção, nem a vocação a desempenhar qualquer tarefa que seja. Não existe vocação como coisa disponível. Há um chamamento: a vocação é exterior à pessoa, apanha-a desprevenida, desinstala-a e muda-lhe o curso da existência. Assim aconteceu com Abraão, Moisés, os profetas, os apóstolos, Paulo... Assim acontece – ou deveria acontecer – com cada cristão. O papa Francisco ressaltou que “todos somos chamados a adorar Cristo no íntimo dos nossos corações (cf. 1Pd 3,15), para nos deixarmos alcançar pelo impulso da graça contido na semente da Palavra, que deve crescer em nós e transformar-se em serviço concreto ao próximo”.

 

“Queremos que a vontade do Pai se cumpra não somente em nosso favor, mas que se cumpra em nós e por meio de nós, em favor de muitos.”

 

   Importa, pois, recuperar a percepção original da vocação como chamamento a seguir Cristo. Para isso, é necessário olhar para as vocações integradas à vocação primeira: o chamado a ser “discípulo missionário” de Cristo e membro da Igreja! Queremos que a vontade do Pai se cumpra não somente em nosso favor, mas que se cumpra em nós e por meio de nós, em favor de muitos. Para que isso aconteça, precisamos rezar mais e melhor. Acima de tudo, somos chamados a viver a vocação do amor, que não se restringe ao sacerdócio ou à vida consagrada. Viver a vocação do amor é procurar a relação com o outro para fazê-lo viver, crescer e ser feliz. Vocação ao amor é, pois, doação gratuita. Urgência de um testemunho profético diferente, ao mundo e aos homens do nosso tempo, com necessidade de dar primazia a Deus; valorizar os bens futuros; imitar Jesus Cristo. Escute, povo de Israel: O Senhor é seu Deus, o Senhor e ninguém mais. Por isso você o amará com todo o seu coração, com toda a sua alma e com todas as suas forças (Dt, 6,4-5).

 

DOM WASHINGTON CRUZ, CP

Arcebispo Metropolitano de Goiânia

Jornal “O Encontro” Edição 167ª - 30 de julho de 2017.

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